Confira curiosidades sobre A Mulher do Fim do Mundo, de Elza Soares

O disco reúne impressões do passado, presente e futuro da cantora

Disco A Mulher do Fim do Mundo - Elza SoaresA cantora carioca colocou em 11 faixas inéditas, letras ousadas que trazem temas como a violência doméstica e social, preconceitos raciais, morte e sexo. Em formato clássico produzido pela Vinil Brasil, os fãs de Elza Soares e curiosos podem ficar satisfeitos com o disco.

Lançado em CD em 2015, A Mulher do Fim do Mundo ganhou o Grammy Latino de 2016 na categoria “Melhor Álbum de Música Popular Brasileira”, além das aclamadas premiações de “Melhor Disco do Ano” (2015), pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA); Prêmio Notas Musicais e Prêmio Revista Rolling Stone em “Melhor Álbum” e “Melhor Música”, com a canção Maria da Vila Matilde. Ainda o jornal londrino The Guardian em uma resenha descreveu o disco como “Surely the best brazilian album of the year.” (trad.: com certeza o melhor álbum brasileiro do ano).

O LP recebeu uma capa de luxo pelas mãos da designer Elaine Ramos, ex-diretora de arte da editora Cosac Naif, em que o trabalho da cantora e seus músicos são bem representados e valorizados.

O álbum teve núcleo de criação formado por Kiko Dinucci (Metá Metá), Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Celso Sim e Romulo Fróes. Eles fizeram boa parte das composições, além dos arranjos de base e estética do álbum. Thiago França, Felipe Roseno e o naipe de sopros da Banda Bixiga 70, além de José Miguel Wisnik, Cacá Machado, Clima, Douglas Germano e Alice Coutinho, são também parte do time de A Mulher do Fim do Mundo.

O disco foi uma das primeiras produções da Vinil Brasil e teve lançamento e distribuição pelo selo Circus. Comprovações de que o álbum da cantora é de fato uma obra-prima, não faltam. Confira toda a ficha técnica e ouça o álbum aqui.

Compartilhe isso:

Social media & sharing icons powered by UltimatelySocial